Esta corrente de pensamento critica a hegemonia da teoria social produzida no Norte Global, argumentando que ela universaliza experiências específicas e marginaliza o conhecimento produzido na periferia. Propõe analisar as dinâmicas globais a partir da perspectiva do Sul, destacando questões de desigualdade, legados coloniais, diversas formas de modernidade e organização social. Sugere que o Sul pode, em certos aspectos, estar prefigurando tendências globais (por exemplo, na flexibilização do trabalho, informalidade, novas formas de política). A importância dessas teorias reside em visibilizar o valor das contribuições do Sul para as Ciências Sociais, enfatizando a especificidade, a contextualização e o debate sobre desigualdades.